A inteligência artificial evolui de chatbots para agentes independentes capazes de gerenciar fluxos de trabalho inteiros. Empresas como Perplexity e OpenAI lançam protótipos que integram planejamento, raciocínio e execução multimodal.
Esses sistemas impactam setores como finanças e saúde, automatizando auditorias e diagnósticos com precisão superior a humanos. Analistas preveem que representem 30% da receita global de software até 2035.
No Brasil, startups adaptam agentes para logística e agronegócio, reduzindo custos operacionais em até 40%. Desafios incluem ética e regulação para evitar decisões autônomas enviesadas.
Especialistas recomendam capacitação urgente de profissionais, com foco em colaboração homem-máquina para maximizar benefícios.