A consultoria IDC projeta apenas 1,1 bilhão de unidades vendidas, o menor volume desde 2013. A "crise da memória" afeta produção em massa, elevando preços médios para US$ 523.
Fabricantes Android de entrada sofrem mais, com segmento abaixo de US$ 100 em extinção. Apple e Samsung capturam fatia maior, impulsionados por inovações em câmeras e baterias.
Consumidores adiam trocas devido à saturação de features como 5G e câmeras triplas. Tendência favorece wearables e dispositivos dobráveis como alternativas.
Indústria busca diversificação para chips quânticos e produção local no Brasil, visando mitigar riscos geopolíticos.